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Os finalistas do Prémio Canson® 2016

12 Maio 2016

Descubra os 5 finalistas do Prémio Canson 2016.

Desde 2013, o Prémio Canson® tem como objetivo desenvolver um Prémio reconhecido a nível internacional. Esta ambição é encarnada pela escolha de um presidente de renome a nível internacional, Tunga, e pela escolha de um júri de especialistas reconhecidos que propõem os candidatos de vários países.

Os 5 finalistas são...

ruby onyinyechi amanze

Nigéria
Nasceu em 1982 na Nigéria.​
Vive e trabalha em Nova Iorque.

 

A prática artística de Ruby Onyinyechi Amanze é principalmente centrada em torno do desenho. Os seus relatos gráficos, povoados por personagens da vida real ou da esfera imaginária, exploram, em papéis de grande formato, o jogo e as hibridezes culturais. 


Bethany COLLINS

Estados Unidos​
Nasceu em 1984 nos Estados Unidos.

Vive e trabalha em Nova Iorque, Chicago e Atlanta.

 

Bethany Collins é uma artista multidisciplinar e concetual, cujo trabalho é baseado em materiais da sala de aula - papel, borrachas, lápis de mina de grafite, dicionários antigos. Tornou-se conhecida pelos grandes desenhos brancos nos quadros negros da escola. 


Njideka Akunyili CROSBY

Nigéria
Nasceu em 1983 na Nigéria.​
Vive e trabalha em Los Angeles.

 

Muitas vezes com base em cenas de interior íntimas, onde podemos reconhecer a própria artista ou o seu marido, o trabalho complexo de sobreposições de Njideka Akunyili Crosby reflete a identidade intercultural contemporânea. 


David SHRIGLEY

Reino Unido​
Nasceu em 1968, em Macclefields, na Escócia.

Vive e trabalha em Brighton, Inglaterra.

 

Depois de sair da Glasgow School of Art, em 1991, David Shrigley desenvolveu um estilo instantaneamente reconhecível, composto por desenhos de pequeno formato, a preto e branco, com um estilo voluntariamente um pouco desajeitado e falsamente naïf, feito à pressa como uma ideia que jorra sobre uma página. 


Lucy SKAER

Reino Unido
Nasceu em 1975, em Cambridge, Reino Unido.​
Vive e trabalha em Glasgow.

 

Lucy Skaer segue uma pesquisa transversal que combina o desenho, a escultura ou o filme. No seio das suas instalações multiformes, cada obra, considerada isoladamente, examina um aspeto diferente de um método de trabalho onde os objetos e as imagens, reconhecíveis e abstratos, são transformados por todos os tipos de manipulações, repetições e mudanças de escala.