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Jean Auguste Dominique Ingres

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(1780-1867)

 

 

Dominique Ingres era adolescente quando morreu Etienne de Montgolfier, mas cedo se tornou amigo da filha dele, Adélaïde, mulher de letras instalada em Paris, da qual, aliás, realizou um retrato.

Para os seus desenhos, pretendia um papel com uma memória viva, conservando o mais pequeno detalhe da carga ou dos pigmentos.

 

Para o mestre, a Canson criou o papel de desenho faixado, o Ingres®. Este grande prémio de Roma também sabe utilizar toda a riqueza do papel para ampliar as formas da sua mulher Madeleine na série "Banho turco".

 

 

Extraído do livro “da arte e do papel” de Marie-Hélène Reynaud

Jean Auguste Dominique Ingres, pintor francês neoclássico (1780-1867). A Baigneuse ou a Odalisque vista de trás, detalhe inspirado do Banho turco, 1864. Aguarela em papel para decalque, 34x23cm. Baiona, museu Bonnat © RMN / René-Gabriel Ojéda

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	Jean Auguste Dominique Ingres, pintor francês neoclássico (1780-1867). A Baigneuse ou a Odalisque vista de trás, detalhe inspirado do Banho turco, 1864. Aguarela em papel para decalque, 34x23cm. Baiona, museu Bonnat

	© RMN / René-Gabriel Ojéda